29 de Setembro – João 8 e Salmos 107-109 【Plano de Leitura Doutrina Cristã】

Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, 29 de setembro, João 8 e Salmos 107-109.

Você está acessando o Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã que propõe a leitura diária do Antigo e o Novo Testamento, meditando em dois períodos ou, se preferir, em apenas um período de meia hora por dia.

A leitura no Novo Testamento não segue sempre a ordem bíblica dos livros, mas foi reorganizada para se facilitar a assimilação da doutrina cristã.

Leitura Bíblica do Dia

Neste Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, os textos de 29 de setembro são Jo 8 e Sl 107-109.

João 8

1 Jesus, entretanto, foi para o monte das Oliveiras.
2 De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele; e, assentado, os ensinava.
3 Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos,
4 disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério.
5 E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?
6 Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo.
7 Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.
8 E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.
9 Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.
10 Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
11 Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.]
12 De novo, lhes falava Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.
13 Então, lhe objetaram os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; logo, o teu testemunho não é verdadeiro.
14 Respondeu Jesus e disse-lhes: Posto que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei donde vim e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho, nem para onde vou.
15 Vós julgais segundo a carne, eu a ninguém julgo.
16 Se eu julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, porém eu e aquele que me enviou.
17 Também na vossa lei está escrito que o testemunho de duas pessoas é verdadeiro.
18 Eu testifico de mim mesmo, e o Pai, que me enviou, também testifica de mim.
19 Então, eles lhe perguntaram: Onde está teu Pai? Respondeu Jesus: Não me conheceis a mim nem a meu Pai; se conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai.
20 Proferiu ele estas palavras no lugar do gazofilácio, quando ensinava no templo; e ninguém o prendeu, porque não era ainda chegada a sua hora.
21 De outra feita, lhes falou, dizendo: Vou retirar-me, e vós me procurareis, mas perecereis no vosso pecado; para onde eu vou vós não podeis ir.
22 Então, diziam os judeus: Terá ele, acaso, a intenção de suicidar-se? Porque diz: Para onde eu vou vós não podeis ir.
23 E prosseguiu: Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou.
24 Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados.
25 Então, lhe perguntaram: Quem és tu? Respondeu-lhes Jesus: Que é que desde o princípio vos tenho dito?
26 Muitas coisas tenho para dizer a vosso respeito e vos julgar; porém aquele que me enviou é verdadeiro, de modo que as coisas que dele tenho ouvido, essas digo ao mundo.
27 Eles, porém, não atinaram que lhes falava do Pai.
28 Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do Homem, então, sabereis que EU SOU e que nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou.
29 E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.
30 Ditas estas coisas, muitos creram nele.
31 Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos;
32 e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres?
34 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado.
35 O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre.
36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
37 Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não está em vós.
38 Eu falo das coisas que vi junto de meu Pai; vós, porém, fazeis o que vistes em vosso pai.
39 Então, lhe responderam: Nosso pai é Abraão. Disse-lhes Jesus: Se sois filhos de Abraão, praticai as obras de Abraão.
40 Mas agora procurais matar-me, a mim que vos tenho falado a verdade que ouvi de Deus; assim não procedeu Abraão.
41 Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe eles: Nós não somos bastardos; temos um pai, que é Deus.
42 Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
43 Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.
44 Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.
45 Mas, porque eu digo a verdade, não me credes.
46 Quem dentre vós me convence de pecado? Se vos digo a verdade, por que razão não me credes?
47 Quem é de Deus ouve as palavras de Deus; por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus.
48 Responderam, pois, os judeus e lhe disseram: Porventura, não temos razão em dizer que és samaritano e tens demônio?
49 Replicou Jesus: Eu não tenho demônio; pelo contrário, honro a meu Pai, e vós me desonrais.
50 Eu não procuro a minha própria glória; há quem a busque e julgue.
51 Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, não verá a morte, eternamente.
52 Disseram-lhe os judeus: Agora, estamos certos de que tens demônio. Abraão morreu, e também os profetas, e tu dizes: Se alguém guardar a minha palavra, não provará a morte, eternamente.
53 És maior do que Abraão, o nosso pai, que morreu? Também os profetas morreram. Quem, pois, te fazes ser?
54 Respondeu Jesus: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória nada é; quem me glorifica é meu Pai, o qual vós dizeis que é vosso Deus.
55 Entretanto, vós não o tendes conhecido; eu, porém, o conheço. Se eu disser que não o conheço, serei como vós: mentiroso; mas eu o conheço e guardo a sua palavra.
56 Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se.
57 Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos e viste Abraão?
58 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU.
59 Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo.

Salmos 107

1 Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, e a sua misericórdia dura para sempre.
2 Digam-no os remidos do SENHOR, os que ele resgatou da mão do inimigo
3 e congregou de entre as terras, do Oriente e do Ocidente, do Norte e do mar.
4 Andaram errantes pelo deserto, por ermos caminhos, sem achar cidade em que habitassem.
5 Famintos e sedentos, desfalecia neles a alma.
6 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
7 Conduziu-os pelo caminho direito, para que fossem à cidade em que habitassem.
8 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
9 Pois dessedentou a alma sequiosa e fartou de bens a alma faminta.
10 Os que se assentaram nas trevas e nas sombras da morte, presos em aflição e em ferros,
11 por se terem rebelado contra a palavra de Deus e haverem desprezado o conselho do Altíssimo,
12 de modo que lhes abateu com trabalhos o coração – caíram, e não houve quem os socorresse.
13 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
14 Tirou-os das trevas e das sombras da morte e lhes despedaçou as cadeias.
15 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
16 Pois arrombou as portas de bronze e quebrou as trancas de ferro.
17 Os estultos, por causa do seu caminho de transgressão e por causa das suas iniqüidades, serão afligidos.
18 A sua alma aborreceu toda sorte de comida, e chegaram às portas da morte.
19 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
20 Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou, e os livrou do que lhes era mortal.
21 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
22 Ofereçam sacrifícios de ações de graças e proclamem com júbilo as suas obras!
23 Os que, tomando navios, descem aos mares, os que fazem tráfico na imensidade das águas,
24 esses vêem as obras do SENHOR e as suas maravilhas nas profundezas do abismo.
25 Pois ele falou e fez levantar o vento tempestuoso, que elevou as ondas do mar.
26 Subiram até aos céus, desceram até aos abismos; no meio destas angústias, desfalecia-lhes a alma.
27 Andaram, e cambalearam como ébrios, e perderam todo tino.
28 Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e ele os livrou das suas tribulações.
29 Fez cessar a tormenta, e as ondas se acalmaram.
30 Então, se alegraram com a bonança; e, assim, os levou ao desejado porto.
31 Rendam graças ao SENHOR por sua bondade e por suas maravilhas para com os filhos dos homens!
32 Exaltem-no também na assembléia do povo e o glorifiquem no conselho dos anciãos.
33 Ele converteu rios em desertos e mananciais, em terra seca;
34 terra frutífera, em deserto salgado, por causa da maldade dos seus habitantes.
35 Converteu o deserto em lençóis de água e a terra seca, em mananciais.
36 Estabeleceu aí os famintos, os quais edificaram uma cidade em que habitassem.
37 Semearam campos, e plantaram vinhas, e tiveram fartas colheitas.
38 Ele os abençoou, de sorte que se multiplicaram muito; e o gado deles não diminuiu.
39 Mas tornaram a reduzir-se e foram humilhados pela opressão, pela adversidade e pelo sofrimento.
40 Lança ele o desprezo sobre os príncipes e os faz andar errantes, onde não há caminho.
41 Mas levanta da opressão o necessitado, para um alto retiro, e lhe prospera famílias como rebanhos.
42 Os retos vêem isso e se alegram, mas o ímpio por toda parte fecha a boca.
43 Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do SENHOR.

Salmos 108

1 Firme está o meu coração, ó Deus! Cantarei e entoarei louvores de toda a minha alma.
2 Despertai, saltério e harpa! Quero acordar a alva.
3 Render-te-ei graças entre os povos, ó SENHOR! Cantar-te-ei louvores entre as nações.
4 Porque acima dos céus se eleva a tua misericórdia, e a tua fidelidade, para além das nuvens.
5 Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; e em toda a terra esplenda a tua glória,
6 para que os teus amados sejam livres; salva com a tua destra e responde-nos.
7 Disse Deus na sua santidade: Exultarei; dividirei Siquém e medirei o vale de Sucote.
8 Meu é Gileade, meu é Manassés; Efraim é a defesa de minha cabeça; Judá é o meu cetro.
9 Moabe, porém, é a minha bacia de lavar; sobre Edom atirarei a minha sandália; sobre a Filístia jubilarei.
10 Quem me conduzirá à cidade fortificada? Quem me guiará até Edom?
11 Não nos rejeitaste, ó Deus? Tu não sais, ó Deus, com os nossos exércitos!
12 Presta-nos auxílio na angústia, pois vão é o socorro do homem.
13 Em Deus faremos proezas, porque ele mesmo calca aos pés os nossos adversários.

Salmos 109

1 Ó Deus do meu louvor, não te cales!
2 Pois contra mim se desataram lábios maldosos e fraudulentos; com mentirosa língua falam contra mim.
3 Cercam-me com palavras odiosas e sem causa me fazem guerra.
4 Em paga do meu amor, me hostilizam; eu, porém, oro.
5 Pagaram-me o bem com o mal; o amor, com ódio.
6 Suscita contra ele um ímpio, e à sua direita esteja um acusador.
7 Quando o julgarem, seja condenado; e, tida como pecado, a sua oração.
8 Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo.
9 Fiquem órfãos os seus filhos, e viúva, a sua esposa.
10 Andem errantes os seus filhos e mendiguem; e sejam expulsos das ruínas de suas casas.
11 De tudo o que tem, lance mão o usurário; do fruto do seu trabalho, esbulhem-no os estranhos.
12 Ninguém tenha misericórdia dele, nem haja quem se compadeça dos seus órfãos.
13 Desapareça a sua posteridade, e na seguinte geração se extinga o seu nome.
14 Na lembrança do SENHOR, viva a iniqüidade de seus pais, e não se apague o pecado de sua mãe.
15 Permaneçam ante os olhos do SENHOR, para que faça desaparecer da terra a memória deles.
16 Porquanto não se lembrou de usar de misericórdia, mas perseguiu o aflito e o necessitado, como também o quebrantado de coração, para os entregar à morte.
17 Amou a maldição; ela o apanhe; não quis a bênção; aparte-se dele.
18 Vestiu-se de maldição como de uma túnica: penetre, como água, no seu interior e nos seus ossos, como azeite.
19 Seja-lhe como a roupa que o cobre e como o cinto com que sempre se cinge.
20 Tal seja, da parte do SENHOR, o galardão dos meus contrários e dos que falam mal contra a minha alma.
21 Mas tu, SENHOR Deus, age por mim, por amor do teu nome; livra-me, porque é grande a tua misericórdia.
22 Porque estou aflito e necessitado e, dentro de mim, sinto ferido o coração.
23 Vou passando, como a sombra que declina; sou atirado para longe, como um gafanhoto.
24 De tanto jejuar, os joelhos me vacilam, e de magreza vai mirrando a minha carne.
25 Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me vêem, meneiam a cabeça.
26 Socorre, SENHOR, Deus meu! Salva-me segundo a tua misericórdia.
27 Para que saibam vir isso das tuas mãos; que tu, SENHOR, o fizeste.
28 Amaldiçoem eles, mas tu, abençoa; sejam confundidos os que contra mim se levantam; alegre-se, porém, o teu servo.
29 Cubram-se de ignomínia os meus adversários, e a sua própria confusão os envolva como uma túnica.
30 Muitas graças darei ao SENHOR com os meus lábios; louvá-lo-ei no meio da multidão;
31 porque ele se põe à direita do pobre, para o livrar dos que lhe julgam a alma.

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