21 de Setembro – 1 Tessalonicenses 5 e Salmos 78-79 【Plano de Leitura Doutrina Cristã】

Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, 21 de setembro, 1 Tessalonicenses 5 e Salmos 78-79.

Você está acessando o Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã que propõe a leitura diária do Antigo e o Novo Testamento, meditando em dois períodos ou, se preferir, em apenas um período de meia hora por dia.

A leitura no Novo Testamento não segue sempre a ordem bíblica dos livros, mas foi reorganizada para se facilitar a assimilação da doutrina cristã.

Leitura Bíblica do Dia

Neste Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, os textos de 21 de setembro são 1 Ts 5 e Salmos 78-79.

1 Tessalonicenses 5

1 Irmãos, relativamente aos tempos e às épocas, não há necessidade de que eu vos escreva;
2 pois vós mesmos estais inteirados com precisão de que o Dia do Senhor vem como ladrão de noite.
3 Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão.
4 Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que esse Dia como ladrão vos apanhe de surpresa;
5 porquanto vós todos sois filhos da luz e filhos do dia; nós não somos da noite, nem das trevas.
6 Assim, pois, não durmamos como os demais; pelo contrário, vigiemos e sejamos sóbrios.
7 Ora, os que dormem dormem de noite, e os que se embriagam é de noite que se embriagam.
8 Nós, porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação;
9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo,
10 que morreu por nós para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos em união com ele.
11 Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente, como também estais fazendo.
12 Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;
13 e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros.
14 Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos.
15 Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos.
16 Regozijai-vos sempre.
17 Orai sem cessar.
18 Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
19 Não apagueis o Espírito.
20 Não desprezeis as profecias;
21 julgai todas as coisas, retende o que é bom;
22 abstende-vos de toda forma de mal.
23 O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
24 Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.
25 Irmãos, orai por nós.
26 Saudai todos os irmãos com ósculo santo.
27 Conjuro-vos, pelo Senhor, que esta epístola seja lida a todos os irmãos.
28 A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco.

Salmos 78

Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca.
2 Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos.
3 O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais,
4 não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.
5 Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos,
6 a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes;
7 para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos;
8 e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus.
9 Os filhos de Efraim, embora armados de arco, bateram em retirada no dia do combate.
10 Não guardaram a aliança de Deus, não quiseram andar na sua lei;
11 esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes mostrara.
12 Prodígios fez na presença de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoã.
13 Dividiu o mar e fê-los seguir; aprumou as águas como num dique.
14 Guiou-os de dia com uma nuvem e durante a noite com um clarão de fogo.
15 No deserto, fendeu rochas e lhes deu a beber abundantemente como de abismos.
16 Da pedra fez brotar torrentes, fez manar água como rios.
17 Mas, ainda assim, prosseguiram em pecar contra ele e se rebelaram, no deserto, contra o Altíssimo.
18 Tentaram a Deus no seu coração, pedindo alimento que lhes fosse do gosto.
19 Falaram contra Deus, dizendo: Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?
20 Com efeito, feriu ele a rocha, e dela manaram águas, transbordaram caudais. Pode ele dar-nos pão também? Ou fornecer carne para o seu povo?
21 Ouvindo isto, o SENHOR ficou indignado; acendeu-se fogo contra Jacó, e também se levantou o seu furor contra Israel;
22 porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação.
23 Nada obstante, ordenou às alturas e abriu as portas dos céus;
24 fez chover maná sobre eles, para alimentá-los, e lhes deu cereal do céu.
25 Comeu cada qual o pão dos anjos; enviou-lhes ele comida a fartar.
26 Fez soprar no céu o vento do Oriente e pelo seu poder conduziu o vento do Sul.
27 Também fez chover sobre eles carne como poeira e voláteis como areia dos mares.
28 Fê-los cair no meio do arraial deles, ao redor de suas tendas.
29 Então, comeram e se fartaram a valer; pois lhes fez o que desejavam.
30 Porém não reprimiram o apetite. Tinham ainda na boca o alimento,
31 quando se elevou contra eles a ira de Deus, e entre os seus mais robustos semeou a morte, e prostrou os jovens de Israel.
32 Sem embargo disso, continuaram a pecar e não creram nas suas maravilhas.
33 Por isso, ele fez que os seus dias se dissipassem num sopro e os seus anos, em súbito terror.
34 Quando os fazia morrer, então, o buscavam; arrependidos, procuravam a Deus.
35 Lembravam-se de que Deus era a sua rocha e o Deus Altíssimo, o seu redentor.
36 Lisonjeavam-no, porém de boca, e com a língua lhe mentiam.
37 Porque o coração deles não era firme para com ele, nem foram fiéis à sua aliança.
38 Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniqüidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação.
39 Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta.
40 Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto e na solidão o provocaram!
41 Tornaram a tentar a Deus, agravaram o Santo de Israel.
42 Não se lembraram do poder dele, nem do dia em que os resgatou do adversário;
43 de como no Egito operou ele os seus sinais e os seus prodígios, no campo de Zoã;
44 e converteu em sangue os rios deles, para que das suas correntes não bebessem.
45 Enviou contra eles enxames de moscas que os devorassem e rãs que os destruíssem.
46 Entregou às larvas as suas colheitas e aos gafanhotos, o fruto do seu trabalho.
47 Com chuvas de pedra lhes destruiu as vinhas e os seus sicômoros, com geada.
48 Entregou à saraiva o gado deles e aos raios, os seus rebanhos.
49 Lançou contra eles o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males.
50 Deu livre curso à sua ira; não poupou da morte a alma deles, mas entregou-lhes a vida à pestilência.
51 Feriu todos os primogênitos no Egito, as primícias da virilidade nas tendas de Cam.
52 Fez sair o seu povo como ovelhas e o guiou pelo deserto, como um rebanho.
53 Dirigiu-o com segurança, e não temeram, ao passo que o mar submergiu os seus inimigos.
54 Levou-os até à sua terra santa, até ao monte que a sua destra adquiriu.
55 Da presença deles expulsou as nações, cuja região repartiu com eles por herança; e nas suas tendas fez habitar as tribos de Israel.
56 Ainda assim, tentaram o Deus Altíssimo, e a ele resistiram, e não lhe guardaram os testemunhos.
57 Tornaram atrás e se portaram aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco enganoso.
58 Pois o provocaram com os seus altos e o incitaram a zelos com as suas imagens de escultura.
59 Deus ouviu isso, e se indignou, e sobremodo se aborreceu de Israel.
60 Por isso, abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda de sua morada entre os homens,
61 e passou a arca da sua força ao cativeiro, e a sua glória, à mão do adversário.
62 Entregou o seu povo à espada e se encolerizou contra a sua própria herança.
63 O fogo devorou os jovens deles, e as suas donzelas não tiveram canto nupcial.
64 Os seus sacerdotes caíram à espada, e as suas viúvas não fizeram lamentações.
65 Então, o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho;
66 fez recuar a golpes os seus adversários e lhes cominou perpétuo desprezo.
67 Além disso, rejeitou a tenda de José e não elegeu a tribo de Efraim.
68 Escolheu, antes, a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava.
69 E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que fundou para sempre.
70 Também escolheu a Davi, seu servo, e o tomou dos redis das ovelhas;
71 tirou-o do cuidado das ovelhas e suas crias, para ser o pastor de Jacó, seu povo, e de Israel, sua herança.
72 E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas.

Salmos 79

1 Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a um montão de ruínas.
2 Deram os cadáveres dos teus servos por cibo às aves dos céus e a carne dos teus santos, às feras da terra.
3 Derramaram como água o sangue deles ao redor de Jerusalém, e não houve quem lhes desse sepultura.
4 Tornamo-nos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que nos rodeiam.
5 Até quando, SENHOR? Será para sempre a tua ira? Arderá como fogo o teu zelo?
6 Derrama o teu furor sobre as nações que te não conhecem e sobre os reinos que não invocam o teu nome.
7 Porque eles devoraram a Jacó e lhe assolaram as moradas.
8 Não recordes contra nós as iniqüidades de nossos pais; apressem-se ao nosso encontro as tuas misericórdias, pois estamos sobremodo abatidos.
9 Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.
10 Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Seja, à nossa vista, manifesta entre as nações a vingança do sangue que dos teus servos é derramado.
11 Chegue à tua presença o gemido do cativo; consoante a grandeza do teu poder, preserva os sentenciados à morte.
12 Retribui, Senhor, aos nossos vizinhos, sete vezes tanto, o opróbrio com que te vituperaram.
13 Quanto a nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, para sempre te daremos graças; de geração em geração proclamaremos os teus louvores.

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