14 de Outubro – Hebreus 9-10 e Provérbios 16-18 【Plano de Leitura Doutrina Cristã】

Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, 14 de outubro, Hebreus 9-10 e Provérbios 16-18.

Você está acessando o Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã que propõe a leitura diária do Antigo e o Novo Testamento, meditando em dois períodos ou, se preferir, em apenas um período de meia hora por dia.

A leitura no Novo Testamento não segue sempre a ordem bíblica dos livros, mas foi reorganizada para se facilitar a assimilação da doutrina cristã.

Leitura Bíblica do Dia

Neste Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, os textos de 14 de outubro são Hb 9-10 e Pv 16-18.

Hebreus 9

1 Ora, a primeira aliança também tinha preceitos de serviço sagrado e o seu santuário terrestre.
2 Com efeito, foi preparado o tabernáculo, cuja parte anterior, onde estavam o candeeiro, e a mesa, e a exposição dos pães, se chama o Santo Lugar;
3 por trás do segundo véu, se encontrava o tabernáculo que se chama o Santo dos Santos,
4 ao qual pertencia um altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente coberta de ouro, na qual estava uma urna de ouro contendo o maná, o bordão de Arão, que floresceu, e as tábuas da aliança;
5 e sobre ela, os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório. Dessas coisas, todavia, não falaremos, agora, pormenorizadamente.
6 Ora, depois de tudo isto assim preparado, continuamente entram no primeiro tabernáculo os sacerdotes, para realizar os serviços sagrados;
7 mas, no segundo, o sumo sacerdote, ele sozinho, uma vez por ano, não sem sangue, que oferece por si e pelos pecados de ignorância do povo,
8 querendo com isto dar a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do Santo Lugar não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido.
9 É isto uma parábola para a época presente; e, segundo esta, se oferecem tanto dons como sacrifícios, embora estes, no tocante à consciência, sejam ineficazes para aperfeiçoar aquele que presta culto,
10 os quais não passam de ordenanças da carne, baseadas somente em comidas, e bebidas, e diversas abluções, impostas até ao tempo oportuno de reforma.
11 Quando, porém, veio Cristo como sumo sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, quer dizer, não desta criação,
12 não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção.
13 Portanto, se o sangue de bodes e de touros e a cinza de uma novilha, aspergidos sobre os contaminados, os santificam, quanto à purificação da carne,
14 muito mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo!
15 Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.
16 Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador;
17 pois um testamento só é confirmado no caso de mortos; visto que de maneira nenhuma tem força de lei enquanto vive o testador.
18 Pelo que nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue;
19 porque, havendo Moisés proclamado todos os mandamentos segundo a lei a todo o povo, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, e lã tinta de escarlate, e hissopo e aspergiu não só o próprio livro, como também sobre todo o povo,
20 dizendo: Este é o sangue da aliança, a qual Deus prescreveu para vós outros.
21 Igualmente também aspergiu com sangue o tabernáculo e todos os utensílios do serviço sagrado.
22 Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.
23 Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores.
24 Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus;
25 nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio.
26 Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado.
27 E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo,
28 assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação.

Hebreus 10

1 Ora, visto que a lei tem sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca jamais pode tornar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, perpetuamente, eles oferecem.
2 Doutra sorte, não teriam cessado de ser oferecidos, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados?
3 Entretanto, nesses sacrifícios faz-se recordação de pecados todos os anos,
4 porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados.
5 Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste;
6 não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado.
7 Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade.
8 Depois de dizer, como acima: Sacrifícios e ofertas não quiseste, nem holocaustos e oblações pelo pecado, nem com isto te deleitaste (coisas que se oferecem segundo a lei),
9 então, acrescentou: Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade. Remove o primeiro para estabelecer o segundo.
10 Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas.
11 Ora, todo sacerdote se apresenta, dia após dia, a exercer o serviço sagrado e a oferecer muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca jamais podem remover pecados;
12 Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à destra de Deus,
13 aguardando, daí em diante, até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés.
14 Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados.
15 E disto nos dá testemunho também o Espírito Santo; porquanto, após ter dito:
16 Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei no seu coração as minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei,
17 acrescenta: Também de nenhum modo me lembrarei dos seus pecados e das suas iniqüidades, para sempre.
18 Ora, onde há remissão destes, já não há oferta pelo pecado.
19 Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus,
20 pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne,
21 e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus,
22 aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.
23 Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.
24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras.
25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
26 Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados;
27 pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários.
28 Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei de Moisés.
29 De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça?
30 Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo.
31 Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
32 Lembrai-vos, porém, dos dias anteriores, em que, depois de iluminados, sustentastes grande luta e sofrimentos;
33 ora expostos como em espetáculo, tanto de opróbrio quanto de tribulações, ora tornando-vos co-participantes com aqueles que desse modo foram tratados.
34 Porque não somente vos compadecestes dos encarcerados, como também aceitastes com alegria o espólio dos vossos bens, tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável.
35 Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão.
36 Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.
37 Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará;
38 todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma.
39 Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.

Provérbios 16

1 O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR.
2 Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito.
3 Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.
4 O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade.
5 Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune.
6 Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal.
7 Sendo o caminho dos homens agradável ao SENHOR, este reconcilia com eles os seus inimigos.
8 Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça.
9 O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.
10 Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; no julgar não transgrida, pois, a sua boca.
11 Peso e balança justos pertencem ao SENHOR; obra sua são todos os pesos da bolsa.
12 A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono.
13 Os lábios justos são o contentamento do rei, e ele ama o que fala coisas retas.
14 O furor do rei são uns mensageiros de morte, mas o homem sábio o apazigua.
15 O semblante alegre do rei significa vida, e a sua benevolência é como a nuvem que traz chuva serôdia.
16 Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata!
17 O caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma.
18 A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda.
19 Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos.
20 O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no SENHOR, esse é feliz.
21 O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber.
22 O entendimento, para aqueles que o possuem, é fonte de vida; mas, para o insensato, a sua estultícia lhe é castigo.
23 O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios.
24 Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo.
25 Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte.
26 A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca a isso o incita.
27 O homem depravado cava o mal, e nos seus lábios há como que fogo ardente.
28 O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos.
29 O homem violento alicia o seu companheiro e guia-o por um caminho que não é bom.
30 Quem fecha os olhos imagina o mal, e, quando morde os lábios, o executa.
31 Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça.
32 Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade.
33 A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda decisão.

Provérbios 17

1 Melhor é um bocado seco e tranqüilidade do que a casa farta de carnes e contendas.
2 O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha e, entre os irmãos, terá parte na herança.
3 O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o SENHOR.
4 O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.
5 O que escarnece do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune.
6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais.
7 Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!
8 Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá, e para onde quer que se volte terá seu proveito.
9 O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos.
10 Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.
11 O rebelde não busca senão o mal; por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele.
12 Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia.
13 Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.
14 Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.
15 O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro.
16 De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento?
17 Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.
18 O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo.
19 O que ama a contenda ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.
20 O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.
21 O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra.
22 O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.
23 O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.
24 A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.
25 O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz.
26 Não é bom punir ao justo; é contra todo direito ferir ao príncipe.
27 Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência.
28 Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.

Provérbios 18

1 O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.
2 O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior.
3 Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha.
4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e a fonte da sabedoria, ribeiros transbordantes.
5 Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.
6 Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca.
7 A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma.
8 As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre.
9 Quem é negligente na sua obra já é irmão do desperdiçador.
10 Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro.
11 Os bens do rico lhe são cidade forte e, segundo imagina, uma alta muralha.
12 Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade.
13 Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha.
14 O espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o pode suportar?
15 O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios procura o saber.
16 O presente que o homem faz alarga-lhe o caminho e leva-o perante os grandes.
17 O que começa o pleito parece justo, até que vem o outro e o examina.
18 Pelo lançar da sorte, cessam os pleitos, e se decide a causa entre os poderosos.
19 O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo.
20 Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz.
21 A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.
22 O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.
23 O pobre fala com súplicas, porém o rico responde com durezas.
24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.

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