13 de Outubro – Hebreus 7-8 e Provérbios 13-15 【Plano de Leitura Doutrina Cristã】

Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, 13 de outubro, Hebreus 7-8 e Provérbios 13-15.

Você está acessando o Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã que propõe a leitura diária do Antigo e o Novo Testamento, meditando em dois períodos ou, se preferir, em apenas um período de meia hora por dia.

A leitura no Novo Testamento não segue sempre a ordem bíblica dos livros, mas foi reorganizada para se facilitar a assimilação da doutrina cristã.

Leitura Bíblica do Dia

Neste Plano de Leitura Bíblica Anual Doutrina Cristã, os textos de 13 de outubro são Hb 7-8 e Pv 13-15.

Hebreus 7

1 Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou,
2 para o qual também Abraão separou o dízimo de tudo (primeiramente se interpreta rei de justiça, depois também é rei de Salém, ou seja, rei de paz;
3 sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente.
4 Considerai, pois, como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos.
5 Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes descendido de Abraão;
6 entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles recebeu dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.
7 Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o inferior é abençoado pelo superior.
8 Aliás, aqui são homens mortais os que recebem dízimos, porém ali, aquele de quem se testifica que vive.
9 E, por assim dizer, também Levi, que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão.
10 Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.
11 Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?
12 Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.
13 Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar;
14 pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes.
15 E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se levanta outro sacerdote,
16 constituído não conforme a lei de mandamento carnal, mas segundo o poder de vida indissolúvel.
17 Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
18 Portanto, por um lado, se revoga a anterior ordenança, por causa de sua fraqueza e inutilidade
19 (pois a lei nunca aperfeiçoou coisa alguma), e, por outro lado, se introduz esperança superior, pela qual nos chegamos a Deus.
20 E, visto que não é sem prestar juramento (porque aqueles, sem juramento, são feitos sacerdotes,
21 mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre);
22 por isso mesmo, Jesus se tem tornado fiador de superior aliança.
23 Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número, porque são impedidos pela morte de continuar;
24 este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável.
25 Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles.
26 Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus,
27 que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu.
28 Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que foi posterior à lei, constitui o Filho, perfeito para sempre.

Hebreus 8

1 Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus,
2 como ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem.
3 Pois todo sumo sacerdote é constituído para oferecer tanto dons como sacrifícios; por isso, era necessário que também esse sumo sacerdote tivesse o que oferecer.
4 Ora, se ele estivesse na terra, nem mesmo sacerdote seria, visto existirem aqueles que oferecem os dons segundo a lei,
5 os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes, assim como foi Moisés divinamente instruído, quando estava para construir o tabernáculo; pois diz ele: Vê que faças todas as coisas de acordo com o modelo que te foi mostrado no monte.
6 Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas.
7 Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda.
8 E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá,
9 não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor.
10 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.
11 E não ensinará jamais cada um ao seu próximo, nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece ao Senhor; porque todos me conhecerão, desde o menor deles até ao maior.
12 Pois, para com as suas iniqüidades, usarei de misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei.
13 Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer.

Provérbios 13

1 O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão.
2 Do fruto da boca o homem comerá o bem, mas o desejo dos pérfidos é a violência.
3 O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.
4 O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta.
5 O justo aborrece a palavra de mentira, mas o perverso faz vergonha e se desonra.
6 A justiça guarda ao que anda em integridade, mas a malícia subverte ao pecador.
7 Uns se dizem ricos sem terem nada; outros se dizem pobres, sendo mui ricos.
8 Com as suas riquezas se resgata o homem, mas ao pobre não ocorre ameaça.
9 A luz dos justos brilha intensamente, mas a lâmpada dos perversos se apagará.
10 Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria.
11 Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento.
12 A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida.
13 O que despreza a palavra a ela se apenhora, mas o que teme o mandamento será galardoado.
14 O ensino do sábio é fonte de vida, para que se evitem os laços da morte.
15 A boa inteligência consegue favor, mas o caminho dos pérfidos é intransitável.
16 Todo prudente procede com conhecimento, mas o insensato espraia a sua loucura.
17 O mau mensageiro se precipita no mal, mas o embaixador fiel é medicina.
18 Pobreza e afronta sobrevêm ao que rejeita a instrução, mas o que guarda a repreensão será honrado.
19 O desejo que se cumpre agrada a alma, mas apartar-se do mal é abominável para os insensatos.
20 Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau.
21 A desventura persegue os pecadores, mas os justos serão galardoados com o bem.
22 O homem de bem deixa herança aos filhos de seus filhos, mas a riqueza do pecador é depositada para o justo.
23 A terra virgem dos pobres dá mantimento em abundância, mas a falta de justiça o dissipa.
24 O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina.
25 O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite, mas o estômago dos perversos passa fome.

Provérbios 14

1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.
2 O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.
3 Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.
4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.
5 A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.
6 O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.
7 Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.
8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.
9 Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.
10 O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.
11 A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.
12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.
13 Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.
14 O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.
15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.
16 O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.
17 O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.
18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.
19 Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.
20 O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.
21 O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.
22 Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.
23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.
24 Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.
25 A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.
26 No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.
27 O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.
28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.
29 O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.
30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.
31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.
32 Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.
33 No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.
34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.
35 O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.

Provérbios 15

1 A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
2 A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama a estultícia.
3 Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons.
4 A língua serena é árvore de vida, mas a perversa quebranta o espírito.
5 O insensato despreza a instrução de seu pai, mas o que atende à repreensão consegue a prudência.
6 Na casa do justo há grande tesouro, mas na renda dos perversos há perturbação.
7 A língua dos sábios derrama o conhecimento, mas o coração dos insensatos não procede assim.
8 O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento.
9 O caminho do perverso é abominação ao SENHOR, mas este ama o que segue a justiça.
10 Disciplina rigorosa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá.
11 O além e o abismo estão descobertos perante o SENHOR; quanto mais o coração dos filhos dos homens!
12 O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios.
13 O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate.
14 O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia.
15 Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo.
16 Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande tesouro onde há inquietação.
17 Melhor é um prato de hortaliças onde há amor do que o boi cevado e, com ele, o ódio.
18 O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apazigua a luta.
19 O caminho do preguiçoso é como que cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é plana.
20 O filho sábio alegra a seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe.
21 A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem sábio anda retamente.
22 Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.
23 O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!
24 Para o sábio há o caminho da vida que o leva para cima, a fim de evitar o inferno, embaixo.
25 O SENHOR deita por terra a casa dos soberbos; contudo, mantém a herança da viúva.
26 Abomináveis são para o SENHOR os desígnios do mau, mas as palavras bondosas lhe são aprazíveis.
27 O que é ávido por lucro desonesto transtorna a sua casa, mas o que odeia o suborno, esse viverá.
28 O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades.
29 O SENHOR está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos.
30 O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos.
31 Os ouvidos que atendem à repreensão salutar no meio dos sábios têm a sua morada.
32 O que rejeita a disciplina menospreza a sua alma, porém o que atende à repreensão adquire entendimento.
33 O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra.

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